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Atenção, família e vida digital

Toda tela ensina. Nossos jovens precisam aprender a escolher o que merece atenção.

Um encontro direto e acolhedor para adolescentes, famílias e lideranças conversarem sobre atenção, identidade, relacionamentos, jogos, golpes e escolhas no ambiente digital, sem alarmismo, exposição ou culpabilização.

Conteúdo educativo, adequado à faixa etária e respeitoso à identidade e à orientação de cada igreja.

  • Adolescentes e jovens
  • Famílias e lideranças
  • Presencial ou online
Interior de igreja vazia, com bancos de madeira e luz suave
Experiência para conversar com clareza sobre temas que exigem cuidado.
A proposta Presença antes da proibição.

Jovens precisam de critérios para escolher e de adultos disponíveis quando algo foge do controle.

EncontroAdolescentes e jovens
ConversaPais e responsáveis
PreparaçãoPastores e lideranças
Para quem cuida

Os sinais aparecem antes das respostas.

As situações chegam à família e à liderança em pedaços: uma mudança de humor, uma briga no grupo, noites sem dormir ou um pedido de ajuda que ninguém esperava. A conversa precisa começar antes de existir uma crise.

Famílias

Pais querem orientar sem transformar tudo em briga.

Entre proibir e deixar passar, muitas famílias não encontram palavras para conversar sobre limites, privacidade, comparação, tempo de tela e confiança.

Lideranças

Os pedidos de ajuda não começam dentro da igreja.

Conflitos em grupos, exposição, apostas, contatos desconhecidos e decisões impulsivas chegam à liderança sem um caminho claro de prevenção e acolhimento.

Jovens

Conectados o tempo todo, mas nem sempre acompanhados.

Estímulos, comparação, validação, convites e promessas de dinheiro fácil exigem discernimento, e adultos seguros a quem recorrer sem medo de julgamento.

O objetivo não é encontrar um culpado. É fazer com que ninguém precise enfrentar a vida digital sozinho.

A palestra cria uma linguagem comum para que jovens, famílias e lideranças reconheçam riscos, conversem com mais clareza e saibam quando pedir ajuda.

Conversar sobre minha comunidade
O papel da comunidade

A igreja pode ser uma ponte de diálogo e cuidado.

Sem substituir a família, a escola, profissionais de saúde ou autoridades, a comunidade pode abrir espaço para prevenção, escuta responsável e encaminhamento.

A fé oferece contexto e pertencimento. A palestra oferece linguagem prática para a vida digital.

01

Em casa

Pais saem com perguntas melhores, limites possíveis e menos necessidade de conversar apenas no momento da tensão.

02

Na comunidade

Líderes entendem o que observar, como acolher sem investigar e quando envolver responsáveis ou a rede competente.

03

Nas escolhas

Jovens reconhecem pressões, praticam uma pausa antes de agir e sabem a quem recorrer quando algo parece errado.

O que vamos conversar

Discernimento para situações que já fazem parte da rotina.

Os exemplos são reconhecíveis, a linguagem respeita a idade e cada módulo termina com uma escolha prática, não apenas com um alerta.

01

A atenção está sendo disputada.

Notificações, rolagem infinita e recompensas rápidas, e o que isso muda na presença, no sono, no estudo e na convivência.

  • atenção
  • presença
  • sono
  • recompensa rápida
  • pausas possíveis
02

Identidade não é audiência.

Comparação, aparência, aprovação e métricas, e como perceber quando a busca por aceitação começa a dirigir escolhas.

  • identidade
  • comparação
  • validação
03

Relacionamentos continuam depois do encontro.

Grupos, mensagens privadas, pressão dos colegas, prints, exclusão e exposição, e como não ampliar o dano.

  • grupos
  • pressão
  • exposição
04

Quem está do outro lado da tela?

Jogos, comunidades, contatos desconhecidos, privacidade e sinais de aproximações inadequadas ou manipuladoras.

  • jogos
  • desconhecidos
  • privacidade
05

Dinheiro fácil e o momento de pedir ajuda.

Golpes, apostas, falsas oportunidades e passos simples para interromper, preservar evidências e procurar um adulto de confiança.

  • golpes
  • apostas
  • evidências
  • pedir ajuda
Tecnologia não precisa ser tratada como inimiga. O que os jovens precisam é aprender a reconhecer influências, estabelecer limites e escolher com mais consciência.
Na prática

Assunto sensível. Conversa respeitosa.

Rodmar combina experiência de sala de aula, tecnologia e palco para explicar sem jargão, sem constranger o público e sem ocupar o lugar da liderança local.

“O jovem precisa se reconhecer no exemplo e saber que existe um próximo passo possível.”

Rodmar apresentando palestra sobre inteligencia artificial
Palestra sobre inteligência artificial
Rodmar conduzindo uma apresentação para uma plateia
Clareza para explicar temas complexos.
Participantes acompanhando uma palestra de Rodmar
Espaço para identificação, atenção e diálogo.
Formatos

Um encontro pontual ou uma jornada para a comunidade.

Cada público recebe linguagem, exemplos e limites adequados ao seu papel.

Conversa

Famílias

Limites possíveis, sinais de atenção e formas de conversar antes que o diálogo aconteça somente durante uma crise.

60 a 90 minutos
Preparação

Lideranças

Prevenção, escuta responsável, limites da atuação e encaminhamento seguro de situações sensíveis.

Aproximadamente 90 min
Programa combinado

Igreja, Família e Juventude

Encontros separados e articulados, preservando o espaço, o papel e a linguagem de cada grupo.

Proposta sob medida

Duração, linguagem e temas prioritários são alinhados previamente com a liderança da igreja.

Continuidade

A palestra começa a conversa. A comunidade ajuda a sustentá-la.

Conforme o formato contratado, a proposta pode combinar preparação e materiais de continuidade.

  • Alinhamento prévio de idade e linguagem
  • Guia de conversa para famílias
  • Roteiro para pequenos grupos
  • Orientações práticas para lideranças
  • Perguntas anônimas sem exposição pública
  • Definição prévia de responsáveis por encaminhamentos
Retrato de Rodmar, professor, desenvolvedor e palestrante
Rodmar · professor e desenvolvedor
Quem conduz

Um educador falando sobre a realidade que a tecnologia criou.

Sou professor de matemática, e foi dando aula que eu aprendi quase tudo que sei sobre explicar as coisas. Também sou desenvolvedor de software e fiz pós-graduação em neuropsicopedagogia e em gestão de pessoas na USP.

Passei anos dando aula de programação para jovem convencido de que aquilo não era para ele, e boa parte desse tempo foi eu descobrindo que o problema não estava no aluno, estava no jeito que eu explicava. Isso mudou como eu falo com qualquer plateia desde então.

Do lado técnico, desenvolvo sistemas e lido todo dia com segurança digital e proteção de dados. É o que me permite falar de golpe, aposta e contato de desconhecido sem repetir manchete, porque eu vejo como essas coisas funcionam por dentro.

Por isso o encontro não é aula e não é sermão. Os jovens da sua comunidade conhecem a vida digital deles melhor do que qualquer adulto na sala. O que eu trago é o outro lado: como aquilo é construído, o que está em jogo e onde ainda existe escolha.

Pode me interromper, pode discordar, pode trazer o caso que aconteceu em casa. Não existe pergunta boba nesse assunto.

Rodmar conduz a palestra educativa. A pregação, o aconselhamento pastoral, eventuais momentos devocionais e os encaminhamentos da comunidade permanecem sob responsabilidade da liderança local.

  • Professor de matemática
  • Neuropsicopedagogia
  • Gestão de Pessoas · USP
  • Desenvolvimento de software
  • Especialista em IA
  • Palestrante convidado em eventos públicos
Dúvidas comuns

Antes de colocar o encontro no calendário.

O que famílias e lideranças normalmente querem saber.

É uma pregação ou estudo bíblico?

Não. É uma palestra educativa, conduzida com respeito à fé e à orientação da igreja. A condução pastoral e eventuais momentos devocionais permanecem com a liderança local.

A palestra é contra celular, jogos ou redes sociais?

Não. A proposta é desenvolver atenção, discernimento, limites e segurança para usar a tecnologia de maneira mais consciente.

Os jovens terão que contar experiências pessoais?

Não. Não há confissão pública, exposição de casos nem participação forçada. Perguntas podem ser anônimas quando esse recurso fizer parte do formato escolhido.

O conteúdo muda conforme a idade e a igreja?

Sim. Linguagem, exemplos, profundidade e referências são alinhados previamente com a liderança, respeitando o perfil do público e a identidade da comunidade.

E se surgir uma situação sensível?

A palestra não realiza diagnóstico, terapia ou aconselhamento pastoral. A igreja define previamente os responsáveis pelo acolhimento e pelos encaminhamentos necessários.

É possível realizar somente para pais ou líderes?

Sim. Cada formato funciona de maneira independente ou dentro da jornada completa Igreja, Família e Juventude.

Levar para a igreja

Vamos abrir essa conversa antes que ela comece apenas em uma crise?

Conte um pouco sobre sua igreja, o público e o objetivo do encontro. Rodmar retorna com uma proposta objetiva de formato, recorte de conteúdo e investimento.

Solicitar uma proposta Retorno em até 48 horas úteis.

Usamos seus dados apenas para responder à solicitação, conforme a Política de Privacidade.

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